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Candidatos apaixonados pelo game e pela profissão. O que levamos em conta na hora de contratar.

“Quero realizar o sonho de trabalhar com o que amo”. Essa foi uma frase que vi em muitas aplicações que recebemos desde que abrimos o processo seletivo para mais de 20 vagas aqui na Gamers Club.

Devo admitir que não esperava tantos candidatos apaixonados pelo mercado, que acompanham o cenário e jogam Counter Strike desde suas primeiras versões. Aproveito para continuar minha confissão, falando que isso não facilita nossas escolhas, pelo contrário, nos faz ser mais criteriosos em selecionar baseado nas características, comportamentos e experiências que fazem sentido para construir a equipe que precisamos.

O mercado de esports é muito dinâmico e exige que os profissionais sejam flexíveis, adeptos a mudanças rápidas e amantes das novidades que estão sempre acontecendo. Prepare-se para ser frequentemente surpreendido, seja por ingressos esgotados para o campeonatos de Super Smash Bros Ultimate, ou pelo recorde de audiência em final de campeonato ser de LoL e não mais da NBA.
Depois de dois anos trabalhando na Gamers Club, não tenho mais dúvida do quanto esse universo é fascinante e atraente a todos os amantes de entretenimento.

Infelizmente não tenho a receita perfeita para garantir sua entrada no mercado de esports, mas posso falar sobre nossa seleção. Já entrevistamos muitas pessoas até hoje e parei para pensar o que todas elas têm em comum. São pessoas de cidades, estados e até países diferentes, com backgrounds, experiências de vida e sonhos muito variados.

O que elas dividem?
A vontade de proporcionar aos usuários serviços melhores. Tem a comunidade em primeiro lugar!
Tem um espírito empreendedor. Aquele que todas as startups tanto prezam e que realmente tornou-se um must have para sobreviver nesse meio. Procuramos pessoas que não tenham medo de identificar problemas e que estejam dispostas a se envolver e apresentar uma solução para eles.
E por fim, mas de forma alguma menos importante, falei lá em cima sobre “construir a equipe que precisamos”. Essa equipe deve ser não menos que excelente. Somos inquietos, solícitos e sempre abertos a todo tipo de feedback pois sabemos que juntos vamos mais longes e relações fortes são indispensáveis para isso.

Por: Victoria Bernardes - People and Management